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Às vezes, a perda de peso envolve uma descoberta que não pode ser feita isoladamente, mas que pede para a orientação e apoio psicológico de diferentes especialistas.

“Nenhum tratamento é bem sucedido sem o comprometimento do paciente a mudar seu estilo de vida,” diz o dr.. Rose Labanca médicos, nutricionistas, diretor de assistência e ensino da Sociedade Argentina de Obesidade e Transtornos Alimentares. Com esta declaração como uma premissa, investigamos sobre o papel da psicologia no tratamento da obesidade.

Esta é uma doença muito ligada a problemas de auto-estima: a pessoa sente-se mais menos valiosos do que os outros, sem ser capaz de reconhecer os valores que a definem, acredita que é “algo menos”, é preenchido com um sentimento de vazio que tenta cancelar através de alimentos, nos explica o Doutor em Psicologia (UBA) Elizabeth Ormart, Bem como, a energia é convertida em uma descarga, em um espaço que é uma satisfação solitária. Como chegar a este ponto?

Espelho, espelho….

“No caso da obesidade, devemos começar com uma premissa: a percepção do corpo é uma percepção distorcida; ele não perceber o próprio corpo,” explica o Dr. Ormart.

Se a imagem do corpo é deslocado, é muito difícil ser capaz de perceber o excesso de peso, porque o espelho nos mostra outra coisa: a reflexão é o que queremos ver. É muito importante enfatizar que, nesses casos, não só a reflexão é outra, mas a noção do próprio corpo é perdido em um misto de ansiedade e vazio. Geralmente, as pessoas obesas se tornam conscientes da sua condição quando se depara com uma impossibilidade física, por exemplo, não ser capaz de sentar-se nos bancos do coletivo ou no cinema. Quando a obesidade é apresentado como um obstáculo para a realização de determinados projetos ou para se levar a vida diária, a pessoa começa a ver seu corpo, para ser visto, e tenta encontrar uma solução. l não quero ir também!

Não é fácil encontrar a vontade de parar de comer, não só porque temos sempre de frente um prato de comida, mas também porque, para pessoas obesas, o alimento é muitas vezes associada a lembranças positivas: a infância, os pais, a família. Como faço para desativar isso? “A pessoa tem que encontrar um caminho de satisfação em qualquer outra coisa”, explica Ormart “temos de começar a prestar atenção ao que você come e por que você come.”

A atividade física é muito importante, mas a essa altura, você deve ser muito cuidadoso. Porque o excesso de peso faz exercício difícil, é recomendado para ir para uma caminhada ou fazer esteira ou bicicleta, como primeiras atividades.

Se alguém caminha na esteira, você pode fazer enquanto assiste a um filme ou ler um livro, então é mais fácil.

Escolhas nutricionais

• PASSO 1: consulta com um nutricionista.

• PASSO 2: consulta com um profissional de saúde mental.

A escolha de um caminho alternativo para comer a comida de modo a canalizar a ansiedade não é tarefa fácil nem simples, e é necessário um especialista para nos guiar e ajudar nesta nova etapa. “Olhar para outra opção que não está comendo, está intimamente relacionado com os interesses de cada um, é saber como usar o tempo e energia em outras coisas que não estão relacionadas com a alimentação. É sempre uma decisão que deve ser tomada pela pessoa, com a companhia de um profissional”, explica Ormart.

Se a pessoa escolher um tratamento nutricional clínico ou um procedimento cirúrgico, como o balão gástrico, o mais difícil, mas também a coisa mais importante a fazer é desinstalar o hábito de comer em excesso, a decisão e a começar a ver as pequenas coisas, alterar a rotina e criar um novo. Ele não é apenas diminuir a ingestão, mas, acima de tudo, para desativar certos comportamentos que induzem você a comer descontroladamente.

Os passos básicos

O tratamento da obesidade tem várias fases, e em cada um os obstáculos que diferem consideravelmente. Se na primeira fase, a coisa mais difícil é para reduzir o que se come, o segundo passo será o de permanecer em que a dieta sem a motivação inicial, por exemplo. Neste sentido, o Dr. Ormart aconselha-nos sobre como superar a cada tempo, sem cair na tentação:

1. Para fazer atividade física. Desde o primeiro momento que você começar o tratamento, é necessário que haja uma correlação de exercícios. A pé, de bicicleta opções são os mais indicados, não só por ser atividades aeróbicas, mas porque eles permitem uma multiplicidade de opções para a prática: em uma fita (em casa ou no ginásio); uma bicicleta estacionária; ou ir para um passeio na cidade. Outra opção é ir para um passeio a um shopping, não vá se sentar em um bar no interior do shopping.

2. Começam a modificar a qualidade do alimento. É muito importante o uso de pequenas placas, e beba água durante as refeições. São dois hábitos que nos ajudam a acalmar a ansiedade que podem levar à compulsão alimentar.

3. Lembre-se de que se você diminuir a sua ingestão, o que não significa solidão, mas uma possibilidade.

4. Sair com os amigos, com a família. Não busco refúgio na casa, mas aprender a desfrutar com os outros sem ter que estar ciente dos alimentos. Por exemplo, se você colocar juntos para jantar em um restaurante, peça uma salada com uma porção de outra coisa.

5. Sei a quem pedir e receber o apoio dos outros.

6. Uso o tempo livre em atividades e coisas que a gente gosta, evite ficar em casa assistindo tv. Fazer um curso de fotografia, jardinagem, etc começam a sair, a encontrar o que lhe faz sentir bem.

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